sábado, 22 de março de 2014

Suposta crise no novo disco pode determinar fim do U2



Os rumores de que o U2 não está feliz com a produção do vindouro disco podem indicar um futuro incerto para a banda. Os mais pessimista acreditam, inclusive, que o fim do quarteto pode ser o curso natural dos acontecimentos.

O tabloide britânico “Daily Star” e sua edição irlandesa afirmam ter conversado sobre os rumos do U2 com uma fonte da indústria fonográfica. “A pressão é forte sobre Bono e a banda. Neste ponto, há todas as chances da próxima turnê ser a última”, revelou. A fonte ainda afirma que o líder da banda pode levantar o voo da carreira solo. “Bono está sempre recebendo ofertas para se lançar em carreira solo e fazer seu próprio álbum. Isso parece ser uma opção muito provável para os próximos anos”.

Os jornais também apuraram que outro ponto negativo no cenário atual do grupo é a recepção morna dos singles mais recentes, “Invisible” e “Ordinary Love“. “Eles não estão vendendo em nenhum lugar a mesma quantidade de álbuns e singles que costumavam a vender. Bono não quer cair fora com um gemido”.

Em fevereiro, a revista Billboard revelou que a gravadora Universal Music, dona do passe do U2, pretendia colocar o novo álbum em pré-venda durante o mês de março. Porém, a banda ainda não divulgou a data de lançamento do disco.

sábado, 8 de março de 2014

Katy Perry acata petição e retira símbolo islâmico de novo clipe

Nos últimos dias, o jovem Shazad Iqbal fez barulho na Internet com uma campanha online pedindo a exclusão do novo clipe deKaty Perry, “Dark Horse“, do YouTube e da VEVO. Segundo Iqbal, o vídeo representava uma agressão aos fundamentos da crença muçulmana.
No vídeo, a cantora encarna a rainha egípcia Katy Pätra e extermina os pretendentes que julgar desagradáveis. De acordo com a petição de Iqbal, por volta de 1′,15′ ‘ de vídeo, um homem aparecia usando um pingente com a palavra Allah, palavra árabe utilizada para designar Deus.
Diante da popularidade da petição, Katy se viu na condição de tomar uma atitude. Para ficar livre da acusação de blasfêmia e não testemunhar a exclusão de seu vídeo das mídias digitais, a pop star editou e removeu digitalmente o pingente do clipe.
Nesta quinta-feira (27), Iqbal atualizou o texto da petição com uma mensagem de agradecimento. “Estou feliz em anunciar que o nome de Allah foi removido de ‘Dark Horse’. Não teríamos conseguido sem o apoio de cada um de vocês”.

Coldplay divulga detalhes sobre novo disco de estúdio

A banda Coldplay divulgou, nesta semana, algumas informações sobre seu vindouro disco. Intitulado “Ghost Stories”, o álbum será lançado no próximo dia 19 de maio e terá nove canções inéditas.
Além de revelar a data de lançamento do disco, a turma de Chris Martin divulgou a faixa “Magic“. A pré-venda do disco já está disponível no iTunes e na Amazon britânica.
Na última semana do mês de fevereiro, o quarteto promoveu a estreia  da faixa “Midnight“, o primeiro single do novo álbum.
Confira a tracklist de “Ghost Stories”:
  1. “Always In My Head”
  2. “Magic”
  3. “Ink”
  4. “True Love”
  5. “Midnight”
  6. “Another’s Arms”
  7. “Oceans”
  8. “A Sky Full Of Stars”
  9. “O”

Um ano sem Chorão, o “marginal alado” do rock nacional

A música brasileira amanheceu em luto profundo no dia 6 de março de 2013. Há exatamente um ano, o rock nacional perdia o talento de Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, vocalista da Charlie Brown Jr. e um dos últimos guardiões do quesito “atitude”, fundamento necessário à construção da personalidade roqueira. O músico foi vítima de uma overdose de cocaína.
Chorão foi o vocalista e principal letrista do Charlie Brown Jr., banda que formou em 1992, em Santos, no litoral paulista. O grupo lançou 10 álbuns de estúdio e vendeu mais de 5 milhões de cópias. Com o disco “Tâmo Aí Na Atividade”, em 2004, o CBJr foi laureado com o Grammy Latino.
Além da música, o artista se aventurou pelo cinema e escreveu o roteiro do filme “O Magnata”, de 2007. Outra paixão declarada do músico era o skate, tendo participado de diversos campeonatos e sido vice-campeão paulista. O apelido Chorão surgiu quando, antes de se dedicar ao esporte, ele observava os amigos andando de skate. Para caçoar dele, um skatista dizia “não chora”, o que deu origem a alcunha.
Desde que despontou na mídia, a banda deu uma sacudida no enfadonho cenário que circundava o pop rock nacional naquela metade de década de 90. Inteligente, carismático, sagaz e sensível, o músico Chorão foi um dos band leaders mais completos de sua geração. Com habilidade incomum, o vocalista apresentou o discurso que a apática juventude daquele período precisa ouvir. Por meio de canções como, por exemplo, “Dias de Luta, Dias de Glória“, “Céu Azul e “Longe de Você“, o Charlie Brown soube como dialogar com o público e traduzir em música os anseios, alegrias e vontade de fazer a diferença.
Com a morte de Chorão, o rock brasileiro ganhou mais uma lacuna impreenchível.

Pitty comenta covers de suas músicas feitos por Anitta

A roqueira Pitty comentou, em seu blog oficial, sobre as opiniões que ouve a respeito dos covers que a funkeira Anitta costuma fazer de algumas de suas músicas. No último domingo (2), a baiana postou um texto para esclarecer que não condena tais releituras e nem deprecia os artistas que usam o corpo como forma de expressão.
Intitulada “Seu Corpo é Seu”, a publicação marcou o reencontro de Pitty com o blog “O Buteco”. A cantora não usava o espaço há quase um ano.
Confira a postagem, na íntegra:
“Começou assim: alguém me avisou que Anitta tinha postado um trecho de uma música minha numa rede social. Depois me mandaram um link dela cantando Máscara ao vivo num show. Depois outro dela cantando Na Sua Estante. E eu achei divertidíssimo que alguém de um universo tão diferente estivesse ligada no meu som e reinterpretando-o a sua maneira. Isso já faz um tempo, e tudo o que eu sabia até então é que eu a tinha visto num clipe com uma fotografia massa. ‘Ah, é aquela menina do clipe bonito’, pensei. E o tempo foi passando, e as reações de algumas pessoas em comentários quando me mandavam os links começaram a me deixar intrigada-barra-preocupada. Geralmente meninas, e novas, com um discurso de ‘credo, essa menina cantando sua música, ela fica aí mostrando o corpo, sendo vulgar’ etc, etc. Coisas desse tipo. Percebi que o que incomodava não era necessariamente o estilo, ninguém falava sobre mérito musical, cantou bem ou cantou mal, mas sim MOSTROU O CORPO. E até hoje, volta e meia alguém me escreve com esse papo. Sempre fui uma pessoa discreta, não curto expôr vida pessoal e nem sou afeita a ensaios sensuais; não por pudor, mas por sentir que a máquina patriarcal que opera esses mecanismos acaba sempre nos colocando como bibelôs à disposição- mesmo quando tenta nos convencer de que isso é exercer liberdade. Quando o fiz, procurei que fosse em um veículo no qual eu sentia que realmente esse exercício de liberdade estaria em primeiro plano. Enfim.
O que me deixou aflita e o que eu queria dizer para aquelas meninas que mandaram as mensagens é: NOSSO CORPO É NOSSO. Não deixe ninguém te dizer o contrário. Desfrute dele, assuma-o com a forma e tamanho que ele tiver, vivencie seu corpo- assumindo a responsabilidade que isso traz. Esse empoderamento é importante pra todas nós. Nós podemos usar a roupa que quisermos, podemos dizer o que quisermos, podemos ficar com quem quisermos, a hora que quisermos. Somos donas do nosso destino e estamos aqui para sermos felizes e nos sentirmos bem. O resto, meus amores, é só opressão.
Pra mim isso tudo é clichê de tão óbvio, mas achei que devia dizer. Um abraço carinhoso pra todas, suas lindas. E em tempo: um beijo, Anitta!”.